"Para onde vão os dias que já passaram? E o último minuto do relógio? Pois suponho que continuem existindo... Mas só quando ainda nos lembramos deles”, esses são versos de um poema que eu fiz tempos atrás. O poema chama-se “Canção para a minha cólera”. Continua engavetado, como muitos outros. E nem sei mais como ainda continuo vivendo num país como o Brasil. O eterno país do futuro não me alimenta mais. Não alimenta os meus sonhos. Nem as minhas vertigens. Nem as minhas questões mais íntimas... >>> clique aqui e leia a matéria.
fonte: LC, 12/07/11
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