segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SILVESTRE SE DECLARANDO

A poeta e atriz Eliane Silvestre se confessando no Facebook:

“A seguir a vida me puxou pra baixo, com uma perda tripla e aí lá estava eu com a escritora adormecida pelas lágrimas, quando conheci o PROJETO LITERATURA CLANDESTINA, pelas mãos do amigo das antigas o ator Fernando Diamantino (agradeço por isto). Ele orientou-me a enviar uns 3 poemas para o idealizador do projeto, Elenilson Nascimento, que estava prestes a lançar a 3ª. edição de coletânea (com escritores desconhecidos do grande público vindos de todas as regiões do país) chamada POEMAS DE MIL COMPASSOS. Elenilson selecionou o “Entre a Vida e a Morte” (está hoje no meu mural) e assim também começou esta amizade linda que só tenho a agradecer diante do até exagero de incentivo que recebo. Divergimos politicamente, mas isto nunca abalou o querer bem que temos um pelo outro. Há momentos nos quais sua forma dura de se referir a pessoas chega a me dar raiva dele. Depois supero e separo, porque sei que este ser humano é vasto demais para eu olhar só para um pedacinho. Principalmente porque em outros tantos pedacinhos encontro alguém que escreveu "Canção para a minha cólera" e tantos outros poemas e textos de uma sensibilidade gritante que coloca lindamente na literatura e que no campo jornalístico cutuca a sociedade na sua hipocrisia e aponta o que, sob a sua visão, seria mais justo. Deste jornalista recebi, emocionada, a primeira crítica a um poema meu, o polêmico “Amor de Pica”.”

>>> texto original <<<

imagem: reprodução

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