Rever a Baby, hoje
Baby do Brasil, na avenida em Salvador, em pleno Carnaval, me bateu um aperto no peito, uma certa tristeza pelo lamentável papel a que ela se prestou. Não pelo fato de ela hoje ser uma evangélica fervorosa, mas pela maneira como alguns evangélicos querem impor os seus conceitos de verdade. Mas Carnaval não era uma festa do demônio? Mas a cantora, que iniciou a sua carreira nos
Novos Baianos, parecia uma demente estérica em cima de um trio sem nenhum folião – nem mesmo os membros da sua igreja – agradecendo ao prefeito omisso João Henrique a “oportunidade” de estar no Carnaval.
"Que a graça do Senhor desça sobre você. Quando ninguém acreditava em mim, você abriu essa porta", disse ela ao político, que assistia ao desfile em um camarote no Campo Grande. Lamentável!
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fonte: LC, 22/02/12
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